terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Terças Missionárias Igreja em saída. Paróquia em missão. AMORIS LAETITIA – Papa Francisco CAPITULO VIII ACOMPANHAR, DISCERNIR E INTEGRAR A FRAGILIDADE


Caros irmãos e irmãs em Cristo, paz.
O matrimônio cristão, reflexo do amor entre Cristo e sua Igreja, realiza-se plenamente na união entre um homem e uma mulher, que se doam reciprocamente com um amor exclusivo, pertencem-se até a morte e abrem à transmissão da vida, consagrados pelo sacramento que lhes confere a graça para se construírem como igreja doméstica e serem fermento de vida nova para a sociedade.

Algumas formas de união contradizem radicalmente este ideal, enquanto outras o realizam pelo menos de forma parcial, aqueles casados apenas no civil, por exemplo. São casos para serem acompanhados na sua evolução para o sacramento do matrimônio. Na abordagem pastoral das pessoas que contraíram matrimônio civil, que são divorciadas novamente casadas, ou que simplesmente convivem, compete a Igreja revelar-lhes a pedagogia divina da graça nas suas vidas e ajuda-las a alcançar a plenitude do desígnio que Deus tem para elas, sempre possível com a força do Espírito Santo. Para evitar qualquer interpretação tendenciosa, lembro que, de modo algum, deve a Igreja renunciar a propor o ideal pleno, o projeto de Deus em toda a sua grandeza: É preciso encorajar os jovens batizados para não hesitarem perante a riqueza que o sacramento do matrimônio oferece aos seus projetos de amor, com a força do apoio que recebem da graça de Cristo e da possibilidade de participar plenamente na vida da Igreja. Todavia, da nossa consciência do peso das circunstâncias atenuantes – psicológicas, históricas e mesmo biológicas -  conclui-se que, “sem diminuir o valor do ideal evangélico, é preciso acompanhar, com misericórdia e paciência, as possíveis etapas de crescimento das pessoas, que se vão construindo dia após dia” dando lugar à misericórdia do Senhor que nos incentiva a praticar o bem possível. Não podemos esquecer que “misericórdia não é apenas o agir do Pai, mas torna-se o critério para entender quem são os seus verdadeiros filhos. Em suma, somos chamados a viver de misericórdia porque, primeiro foi usada misericórdia para conosco”. 

Tatiane Bittencourt

Comipa

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

AVISOS PAROQUIAIS


. DICA: PARA VER POSTAGENS ANTERIORES CLIQUE NO FINAL DA PÁGINA EM "POSTAGENS MAIS ANTIGAS"
  • CASO QUEIRA VER PUBLICAÇÕES DE UMA DETERMINADA PASTORAL VEJA ABAIXO DA POSTAGEM O "MARCADOR". CLIQUE NELE E VERÁ SOMENTE MATÉRIAS SOBRE O TEMA.

PARA ATUALIZAR A PÁGINA BASTA
CLICAR NO TÍTULO DO BLOG.
_______________________________________________

HORÁRIO DO ESCRITÓRIO
PAROQUIAL EM JANEIRO

DAS 08H30 AS 12H 
E DAS 13H30 AS 18H, 
DE SEGUNDA A SEXTA


______________________________

DATAS DAS POSSES
- Pe RODRIGO NA CATEDRAL - 23/01/2017
- MONS. DITINHO NA N. SRA. APARECIDA - 30/01/2017
______________________________________

PRÓXIMA REUNIÃO DO CPP
16/02/2017
______________________________________

ROMARIA DA DIOCESE DE LORENA A APARECIDA
18/02/2017

MISSA AS 9H00
SAÍDA DA PARÓQUIA AS 7H00
TRAREMOS A IMAGEM PEREGRINA QUE SERÁ PRESENTE DO SANTUÁRIO PARA A DIOCESE DE LORENA
________________________________





ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO

TODA QUINTA DAS 18H00 ÀS 19H00

"Se quisermos redescobrir em toda a sua riqueza a relação íntima entre a Igreja e a Eucaristia, não podemos esquecer Maria, Mãe e modelo da Igreja. Maria pode guiar-nos para o Santíssimo Sacramento porque tem uma profunda ligação com ele." (Papa João Paulo II, Encíclica "A Igreja vive da Eucaristia", capítulo VI, 2003)
__________________________________________________

TERÇO DA MISERICÓRDIA

DE SEGUNDA A SÁBADO ÀS 15H00
PARQUE ÁGUAS DO BARÃO
PARTICIPE!!!
__________________________________________________

TODA 3ª SEGUNDA-FEIRA DO MÊS VOCÊ É CONVIDADO A VIR REZAR 1000 AVES MARIAS
PELAS FAMÍLIAS
RUA SANTA CATARINA 128
DAS 08h00 ÀS 10h00 
14h00 ÀS 16h00

MOVIMENTO MÃE RAINHA
______________________________________________



GRUPO DE ORAÇÃO VERBO DIVINO

Todas as Quartas-feiras às 19h30
Na Matriz Nossa Senhora Aparecida

 _________________________________________________________________________________

TERÇA MISSIONÁRIA
TODA A PARÓQUIA EM MISSÃO, REZANDO NAS RUAS
DA REGIÃO DA PARÓQUIA, MATRIZ E COMUNIDADES.
PARTICIPE!!!

__________________________________________


Missa de Quarta-feira
·          1ª. quarta de cada mês – São Cristóvão; 
2ª. quarta de cada mês – Santa Teresinha; 
e 3ª. quarta de cada mês – Campo dos Ypes.
__________________________________________

TERÇO DOS HOMENS

- TODA SEXTA-FEIRA ÀS 19H30
NA COMUNIDADE SANTA TERESINHA,
NO PARQUE ÁGUAS DO BARÃO

- TODA SEXTA-FEIRA ÀS 19H30
NA COMUNIDADE SÃO DOMINGOS SÁVIO,
NA CECAP
__________________________________


Paróquia Nossa Senhora Aparecida
Endereço: Rua Sergipe, 751- Cidade Industrial
Cep: 12609-280     Telefone: 31528728
Blog: www.infomagnificat.blogspot.com
             
Escritório Paroquial:

Secretárias: Elvira Margarette Cortez de Lima e
Renata Vieira dos Reis
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO DO ESCRITÓRIO PAROQUIAL
SEGUNDA A SEXTA DAS 09H00 ÀS 18H00
SÁBADOS DAS 08H00 ÀS 13H00
Telefone: 3152 8728.

_____________________


Para mais informações, clique no primeiro ícone com título "Informações PNSA" à direita da página do blog.

                         

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Terças missionárias Igreja em saída. Paróquia em missão Amoris Laetitia – capítulo VII – “Reforçar a educação dos filhos” Papa Francisco

Caríssimos, neste capítulo, Papa Francisco traz de início um importante questionamento: quem se ocupa de oferecer aos filhos diversão, entretenimento; que conteúdo entra em casa através da televisão, do computador, dos celulares? Sempre faz falta a vigilância; o abandono nunca é sadio. A obsessão, porém, não é educativa, querer controlar o filho o tempo todo não é saudável. O que interessa é gerar no filho, com muito amor, processos de amadurecimento da sua liberdade, de preparação, de crescimento integral, de cultivo da autêntica autonomia. A educação envolve a tarefa de promover liberdades responsáveis, para que, nas encruzilhadas, os filhos saibam optar com sensatez e inteligência, que considerem a liberdade como um dom imenso.

            Os pais devem, com carinho e testemunho, gerar confiança nos filhos, inspirar-lhes um respeito amoroso. Além disso, devem formar os filhos para que eles possam chegar a descobrir por eles mesmos a importância de determinados valores, princípios e normas, em vez de os impor como verdades indiscutíveis. O fortalecimento da vontade e a repetição de determinadas ações, como dizer por favor, com licença, obrigado, constroem a conduta moral.

            É indispensável sensibilizar a criança e o adolescente para se darem conta de que as más ações têm consequências. É preciso despertar a capacidade de colocar-se no lugar do outro e sentir pesar pelo sofrimento originado pelo mal feito. A correção é um estímulo quando, ao mesmo tempo, se apreciam e reconhecem os esforços e quando o filho descobre que os seus pais conservam viva uma paciente confiança. Uma criança corrigida com amor sente que foi levada em consideração, percebe que é alguém, dá-se conta que seus pais reconhecem as suas potencialidades. Deve-se encontrar um equilíbrio entre a disciplina e o estímulo para o filho ir mais além.

            A família é a primeira escola dos valores humanos, na qual se aprende o bom uso da liberdade; é onde se aprende a relacionar-se com o outro, a escutar, partilhar, suportar, respeitar, ajudar, conviver. Na época atual, em que reina a ansiedade e a pressa tecnológica, uma tarefa muito importante das famílias é educar para a capacidade de esperar.

            No ambiente familiar, é possível também repensar os hábitos de consumo, cuidando juntos da casa comum, do meio ambiente. Um outro ponto é que as tecnologias podem ser úteis para pôr em contato os membros da família, que vivem longe, porém sem substituir a necessidade do diálogo pessoal que o contato físico traz.

            Um outro ponto que este capítulo traz é sobre a educação sexual. Em um tempo em que se tende a banalizar e empobrecer a sexualidade, só se poderia entender no contexto de uma educação para o amor, para a doação mútua; a valorização da diferença e a aceitação do corpo.

            A educação dos filhos deve estar marcada por um percurso de transmissão da fé, que se vê dificultado pelo estilo de vida atual, pelo horário de trabalho e pela complexidade do mundo. A família dever continuar a ser lugar onde se ensina a perceber as razões e a beleza da fé, a rezar e a servir o próximo. A fé e dom de Deus, recebido no batismo, e não o resultado de uma ação humana; mas os pais são instrumentos de Deus para a sua maturação e desenvolvimento. A transmissão da fé pressupõe que os pais vivam a experiência real de confiar em Deus, de procura-lo, de precisar d’Ele, porque só assim “uma geração conta à outra as tuas obras [de Deus] e anunciam as suas maravilhas” (Sl 145/144,4).

Tatiane Bittencourt
Comipa PNSA

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

SAGRADA  FAMÍLIA DE NAZARÉ! MODELO DE FAMÍLIA PARA NÓS!


Neste tempo de festas, de bênçãos e congratulações de Natal e Ano Novo, o Senhor nos coloca, quase encerrando este ano, e iniciando aquele chega, a Festa da Sagrada Família!

Nada mais no mundo constitui a Família, do que o Amor! E, se alguma família fracassou, podemos ter a certeza de que não houve um empenho, zelo, cuidado... Faltou a paciência, a tolerância, a delicadeza, a compreensão... Faltou o Amor! E, onde o amor parece se extinguir, a Família desfalece, pois, perde-se a confiança, a cumplicidade, o porto seguro, e as pessoas se tornam tristes, acabando por tomar novos rumos, sem pensar nas consequências que estes novos rumos trarão, tais como as inseguranças, incertezas, tristezas, descontroles e descontentamentos, especialmente, no coração das crianças, os nossos filhos! Sem contar, também, com o caminho triste dos vícios, que isto pode ocasionar.

Neste momento de festas, a Festa da Sagrada Família, a Família de Nazaré, é uma oportunidade para celebrarmos, também, a nossa Família. Na Família de Nazaré encontramos a fonte do Amor, que supera todos os nossos desencontros, e alimenta o nosso Lar.

É o momento para refletirmos em nossa união, dia após dia, percebendo os pontos falhos que impedem esta vivência de Amor. Fomos feitos pelo Amor e para o Amor!  Deus nos quer uma Família feliz, às vezes, repleta de dificuldades, mas que , à luz do Amor, da compreensão e do perdão, não há obstáculo que não seja galgado, pois Deus é Luz! Deus é Amor!

Não percamos, portanto, esta oportunidade! Pensar! Refletir! Dialogar! Perdoar! Pedir e entregar a Deus os rumos de cada membro desta nossa Família, lembrando-se de que a Sagrada Família, pela nossa fé, será sempre um espelho, , um modelo de família e santidade, para cada um de nós!

Não se esqueça da Carta de S.Paulo aos Coríntios, cap. 13: “Tudo pode passar, mas “O AMOR NÃO PASSARÁ JAMAIS!” Aqui, você encontrará as linhas necessárias para edificar o seu Lar!   

Feliz Natal! Feliz Ano Novo! E que o renascimento do Menino-Deus, neste Natal, lhe restaure todas as esperanças para este ano que está prestes a nascer! 

Façamos, neste instante, a nossa oração pela Família!

SAGRADA FAMÍLIA DE NAZARÉ, Intercedei por nós


        Diác. Ney Guimarães 

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

PROCLAMA DE CASAMENTO



Desejam contrair o sacramento do matrimônio na:
MATRIZ NOSSA SENHORA APARECIDA

FELIPE ROBERTO AMARANTES DA SILVA
E
MARCELA AUGUSTA SALVADOR

(Cerimônia dia 21/01/2017 às 17h00)



OBS: Se alguém souber de algum impedimento favor           
avisar no escritório paroquial. Obrigado!



Terças Missionárias Igreja em saída. Paróquia em missão.


Caríssimos, paz! Um feliz e abençoado 2017 a todos e a todos os seus! Trazemos hoje a segunda parte do capítulo VI da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, e Papa Francisco segue assim:
“Deixo aqui uma palavra para aqueles, que no amor, já envelheceram o vinho novo do noivado. Quando o vinho envelhece com esta experiência do caminho, então aparece, floresce em toda a sua plenitude a fidelidade dos momentos insignificantes da vida. É a fidelidade da espera e da paciência. A história de uma família está marcada por crises de todo gênero, que são parte também da sua dramática beleza. É preciso ajudar a descobrir que uma crise superada não leva a uma relação menos intensa, mas a melhorar, sedimentar e maturar o vinho da união. Não se vive juntos para ser cada vez menos feliz, mas para aprender a ser feliz de maneira nova a partir das possibilidades que abrem uma nova etapa. Para enfrentar uma crise, é necessário estar presente. Nestes momentos, é necessário criar espaços para comunicar de coração a coração. É compreensível que nas famílias, haja muitas dificuldades, quando um de seus membros não amadureceu a sua maneira de relacionar-se, porque não curou feridas de alguma etapa da sua vida. A própria infância e adolescência mal vividas são terreno fértil para crises pessoais que acabam por afetar o matrimônio. Muitos terminam a sua infância, sem nunca terem se sentido amados incondicionalmente, e isto compromete a sua capacidade de confiar e entregar-se.
Em alguns casos, a consideração da própria dignidade e do bem dos filhos exige por um limite firme às pretensões excessivas do outro, a uma grande injustiça, à violência ou uma falta de respeito que se tornou crônica. É preciso reconhecer que em alguns casos a separação é inevitável.
Quanto às pessoas divorciadas, que vivem em uma nova união, é importante fazer-lhes sentir que fazem parte da Igreja, que “não estão excomungadas”, nem são tratadas como tais, porque sempre integram a comunhão eclesial.
A Igreja conforma o seu comportamento ao do senhor Jesus que, em um amor sem fronteiras, Se ofereceu por todas as pessoas, sem exceção. Com os Padres sinodais, examinei a situação das famílias que vivem a experiência de ter no seu seio pessoas com tendência homossexual, experiência não fácil nem para os pais, nem para os filhos. Por isso desejo antes de tudo, reafirmar que cada pessoa, independente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito, procurando evitar “todo sinal de discriminação injusta”.
Às vezes a vida familiar vê-se desafiada pela morte de um ente querido. Não podemos deixar de oferecer a luz da fé para acompanhar as famílias que sofrem em tais momentos. Compreendo a angústia de quem perdeu uma pessoa muito amada, um cônjuge com quem partilhou tantas coisas. O próprio Jesus Se comoveu e chorou no velório de um amigo, mas podemos impedir que a morte ”envenene a nossa vida, torne vãos os nossos afetos e nos faça cair no vazio mais escuro”, porque cremos na ressurreição. Uma maneira de comunicarmos com os seres queridos que morreram é rezar por eles. Se aceitarmos a morte, podemos preparar-nos para ela. O caminho é crescer no amor por aqueles que caminham conosco.

Que com este belíssimo trecho de Amoris Laetitia (Sobre o Amor na Família) possamos viver melhor em 2017 junto as nossas famílias. Que Deus nos abençoe.

Tatiane Bittencourt
Comipa PNSA

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Catequese - Papa Francisco - Na última catequese de 2016, Papa fala do exemplo de fé de Abraão


 Abraaão soube esperar contra toda esperança, disse o Papa, lembrando que a esperança não desilude jamais

Da Redação, com Rádio Vaticano

Dando sequência ao ciclo de reflexões sobre a esperança cristã, o Papa Francisco fez nesta quarta-feira, 28, a última catequese de 2016. O Santo Padre se concentrou na fé de Abraão, exemplo que indica um caminho de fé e de esperança.
Abraão era firme na esperança contra toda a esperança, lembrou o Papa citando as palavras de São Paulo. Por mais que não houvesse esperança, uma vez que era idoso e sua esposa estéril, acreditou na Palavra de Deus, que o prometeu um filho. Assim, Abraão se colocou em caminho e se abriu à esperança, acreditando no impossível, indo além da sabedoria e prudência do mundo.
“A esperança abre novos horizontes, torna capaz de sonhar aquilo que não é nem imaginável. A esperança faz entrar na escuridão de um futuro incerto para caminhar na luz. É bela a virtude da esperança; nos dá tanta força para caminhar na vida”.
Francisco reconheceu que esse é um caminho difícil; não foi fácil para Abraão abandonar tudo, ver o tempo passar e o filho não chegar. Abraão não perdeu a paciência, disse o Papa, mas se lamentou com Deus, o que também é uma forma de rezar. O patriarca experimentou a escuridão da desilusão, do desencorajamento, sentiu-se sozinho, mas apesar de tudo, continuou acreditando em Deus e esperando que algo pudesse acontecer.
“A fé não é só silêncio que tudo aceita sem replicar, a esperança não é certeza que te coloca a salvo da dúvida e da perplexidade. Tantas vezes, a esperança é escuridão, mas está ali, a esperança que te leva adiante”.

Francisco notou que Abraão, quando se dirigia a Deus, não pedia um filho, mas pediu que Deus o ajudasse a continuar esperando. “É esta a fé, este o caminho da esperança que cada um de nós deve percorrer (…) A esperança não desilude”.

fonte: http://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/na-ultima-catequese-de-2016-papa-fala-do-exemplo-de-fe-de-abraao/

ESCALA DE LITURGIA PARA JANEIRO DE 2017 - COMUNIDADE SÃO CRISTÓVÃO - PARÓQUIA NOSSA SENHORA APARECIDA


ESCALA DE LITURGIA PARA JANEIRO E FEVEREIRO DE 2017 - COMUNIDADE SANTA TERESINHA - PARÓQUIA N. SRA. APARECIDA


ESCALA DE LITURGIA JANEIRO – 2017


“Alguém dirá: tu tens fé, eu tenho obras. Mostra-me tua fé sem obras, e eu te mostrarei pelas obras a minha fé” (Tg 2, 18)


DATA
LEITORES
ACOLHIDA
COLETA
INTENÇÕES
OFERTÓRIO
08/01/17
CLARIANA
COM: NEIDE
1º GESSI
2º SILVIA
OA. PENHA
CARMEM
DORA
EUNICE
GABRIELA

EQUIPE
SSVP




ROSE



SSVP
15/01/17
ROGERIO
COM: RICARDO
1º HINDIARA
2º LEIA
OA. CAMILA
PAULINHO
ANTONIO
DILMA
HELKIA


EQUIPE
ANTONIO

LUCIA


DÍZIMO

22/01/17
GEDALIS
COM: ROSE
1º CHRISTIANI
2º GRAZIELA
OA.  TERESINHA


TERÇO DOS HOMENS

EQUIPE
FATIMA

HINDIARA

TERÇO DOS HOMENS
29/01/17
SILVIA
COM: M. EUNICE
1º LUCIA
2º GIOVANA
OA.  JOEL


FATIMA
HELKIA
CAMILA

EQUIPE
FATIMA

LEIA

DINA

SERVOS DE DEUS: ORAI, VIGIAI, PARA POSSÍVEIS IMPREVISTOS. DEUS ABENÇÕE  A TODOS NÓS. (FAVOR  CHEGAR  PELO  MENOS  MEIA HORA  ANTES) .....PAZ E BÊNÇÃOS!!!

____________


ESCALA DE LITURGIA  FEVEREIRO – 2017

DATA
LEITORES
ACOLHIDA
COLETA
INTENÇÕES
OFERTÓRIO

05/02/17
MIGUEL
COM: GERALDO
1º ROSANA
2º MARCELA
OA: TERESINHA
PENHA
ADAIR
GRAZIELA
SANDRA


EQUIPE
FATIMA

HINDIARA


SANTA
TERESINHA


12/02/17
CLARIANA
COM: SILVIA
1º NEIDE
2º GESSI
OA. PENHA
CARMEM
DORA
EUNICE
GABRIELA

EQUIPE
SSVP




ROSE



SSVP

19/02/17
ROGERIO
COM: RICARDO
1º M. EUNICE
2º LUCIA
OA. CAMILA
PAULINHO
ANTONIO
DILMA
HELKIA


EQUIPE
ANTONIO

LEIA


DÍZIMO


26/02/17
GEDALIS
COM: ROSE
1º HINDIARA
2º LEIA
OA.  GRAZIELA


TERÇO DOS HOMENS

EQUIPE
FATIMA

CAMILA

TERÇO DOS HOMENS


.


terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Terças Missionárias Igreja em saída. Paróquia em missão.


Caríssimos, paz! Um feliz e abençoado Natal a todos e a todos os seus! Estamos na Oitava de Natal. E trazemos hoje o capítulo VI da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, de Papa Francisco, chamado “Algumas perspectivas pastorais”, o qual o dividiremos em duas partes.

                Na primeira parte, Papa Francisco traz que as famílias cristãs são, pela graça do sacramento nupcial, os sujeitos principais da pastoral familiar. Para isso, é preciso fazer-lhes “experimentar que o Evangelho da família é alegria que enche o coração e a vida inteira”, porque em Cristo somos libertados do pecado, da tristeza do vazio interior, do isolamento” EG nº 1. À luz da parábola do semeador, a nossa tarefa consiste em cooperar na sementeira: o resto é obra de Deus.  A principal contribuição pastoral familiar é oferecida pela paróquia, que é família de famílias, onde se harmonizam as contribuições de pequenas comunidades, movimentos e associações eclesiais. Há necessidade de formar agentes leigos de pastoral familiar, com a ajuda de psicopedagogos, médicos de família, médicos de comunidade, assistentes sociais advogados de menores e família, predispondo-os para receber as contribuições da psicologia, sociologia, sexologia e até aconselhamento. Convido as comunidades cristãs a reconhecerem que é um bem para elas mesmas acompanhar o caminho de amor dos noivos. Convém encontrar os modos – através das famílias missionárias, das próprias famílias dos noivos e de vários recursos pastorais- para oferecer uma preparação remota que faça amadurecer o amor deles com um acompanhamento rico de proximidade e testemunho. Tanto a preparação próxima como o acompanhamento mais prolongado, devem procurar que os noivos não considerem o matrimônio como o fim do caminho, mas o assumam como uma vocação que os lança para diante, com a decisão firme e realista de enfrentarem juntos todas as provações e momentos difíceis. É importante esclarecer os noivos para viverem com grande profundidade a celebração litúrgica, ajudando-os a compreender e viver cada gesto.
Muitas vezes o tempo de noivado não é suficiente, a decisão de casar-se apressa-se por várias razões e, como se não bastasse, atrasou a maturação dos jovens. Lembro-me de um refrão que dizia que a água estagnada se corrompe, estraga. O mesmo acontece com a vida do amor nos primeiros anos do matrimônio, quando fica estagnada, cessa de mover-se, perde aquela inquietude sadia que faz avançar. O caminho implica atravessar por diferentes etapas, que convidam a doar-se com generosidade. Uma das causas que leva a rupturas matrimoniais é ter expectativas demasiado altas sobre a vida conjugal. Quando se descobre a realidade mais limitada e problemática do que se sonhara, a solução imediata não é pensar na separação, mas assumir o matrimônio como um caminho de amadurecimento, onde cada um dos cônjuges é um instrumento de Deus para fazer crescer o outro. O acompanhamento deve encorajar os esposos a serem generosos na comunicação da vida. É necessário salientar sempre que os filhos constituem um dom maravilhoso de Deus, uma alegria para os pais e para a Igreja. É através deles que o Senhor renova o mundo.
O amor precisa de tempo disponível e gratuito, colocando outras coisas em segundo lugar. Faz falta tempo para dialogar, abraçar-se sem pressa, partilhar projetos, escutar-se, olhar nos olhos, apreciar-se, fortalecer a relação. As paróquias os movimentos, as escolas e outras instituições da Igreja, podem desenvolver várias mediações para apoiar e reavivar as famílias: reuniões e casais, retiros, centros de aconselhamento. É verdade que muitos casais de esposos desaparecem da comunidade cristã depois do matrimônio, mas com frequência desperdiçamos algumas ocasiões em que eles voltam a estar presentes e nas quais poderíamos tornar a propor-lhes de forma atraente o ideal do matrimônio cristão.
Feliz e abençoado 2017!!!


Tatiane Bittencourt
COMIPA